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	<title>alma &#8211; Rosinda Flores &#8211; Hipnose Espiritualidade</title>
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	<title>alma &#8211; Rosinda Flores &#8211; Hipnose Espiritualidade</title>
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		<title>A história das 4 Almas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rosinda Flores]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 17:10:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[consciencia]]></category>
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		<category><![CDATA[evolução]]></category>
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					<description><![CDATA[As 4 Almas na matéria Era uma vez quatro almas que nasceram na matéria. A primeira delas era um pouco mais esclarecida, e por isso, Deus deu-lhe a missão de conduzir as outras três almas pelos caminhos da luz. Logo &#8230; ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>As 4 Almas na matéria</strong></h4>
<p>Era uma vez quatro almas que nasceram na matéria.</p>
<p>A primeira delas era um pouco mais esclarecida, e por isso, Deus deu-lhe a missão de conduzir as outras três almas pelos caminhos da luz.<br />
Logo após o nascimento, durante sua existência corporal, a primeira alma, mais esclarecida, foi ao encontro da segunda alma. Assim que a encontrou, pegou na sua mão e, de mãos dadas, a foi conduzindo pela escuridão. Após um tempo, apontou-lhe o caminho da luz e a deixou seguir sozinha.</p>
<p>Logo depois, foi ao encontro da segunda alma e fez a mesma coisa: pegou na sua mão e, de mãos dadas, a primeira alma conduziu a terceira alma pela escuridão, mostrando depois o caminho a ser seguido para a luz.</p>
<p>Assim que deixou a terceira alma, a primeira alma foi ao encontro da quarta e última alma que ela deveria auxiliar na vida corpórea.<br />
Fez exatamente o mesmo que fez com as duas primeiras: pegou na sua mão e, de mãos dadas, ambas começaram a caminhar juntas.<br />
No entanto, a quarta alma deu dois passos e logo depois parou.<br />
A primeira alma disse: “Vamos. Eu te mostrarei o caminho”.<br />
Mas a quarta alma retrucou: “Não quero ir. Prefiro permanecer aqui mesmo”.<br />
A primeira alma insistiu: “Procure entender que aqui só existe escuridão. Mas há um lugar melhor para todas nós, almas de Deus, que é um local todo iluminado”.<br />
A quarta alma permaneceu irredutível e reafirmou: “Não me importo. Quero ficar aqui.”<br />
Nesse momento, de mãos dadas, enquanto a primeira alma fazia força para frente, a quarta alma fazia força para trás, e a força de uma anulava a força da outra.</p>
<p>Acreditando saber o que é melhor, a primeira alma, ainda de mãos dadas, tentou convence-la e fez ainda mais força para que ambas seguissem, mas a quarta alma insistiu que preferia ficar, e por isso, fez ainda mais força para ficar onde estava.<br />
A primeira alma, mais esclarecida, acabou por ficar presa nessa situação, de mãos dadas com a outra, tentando carrega-la e forçando seu caminhar, mas a quarta alma não queria de jeito nenhum seguir para a luz.</p>
<p>A vida material de ambas foi se esgotando, até que chegou ao fim. A primeira alma acabou por ficar presa ao mundo, sem conseguir ir para a luz. A quarta alma também permaneceu presa à matéria, como era seu desejo. Por isso, as duas almas acabaram se transformando em fantasmas que perambulavam perdidas e erráticas pelo mundo astral da Terra.</p>
<p>Essa é uma lição que serve para todos nós. Aquele que pega na mão de uma pessoa e tenta leva-la ao melhor caminho, deve entender que o outro pode não querer ser ajudado e pode optar em permanecer estagnado onde está.<br />
Assim, quando damos a mão a alguém e essa pessoa não quer seguir em frente, o melhor é soltar sua mão e caminhar sem ela. Caso contrário, os dois ficarão estacionados, presos e o resultado será a perda de suas vidas.</p>
<p>Não jogue fora a sua vida tentando carregar os outros. Se a pessoa que você ama não quer se melhorar, solte a sua mão e siga em frente.<br />
Não tente forçar o outro a melhorar; não intente modificar alguém que não quer mudar; não imponha o desenvolvimento a ninguém.<br />
Respeite o seu livre arbítrio de ficar onde está e não evoluir.</p>
<p>Se a pessoa não quiser caminhar, solte a sua mão e caminhe você…</p>
<p>Cada alma que vem a Terra é responsável apenas e tão somente pelo seu próprio destino. Ninguém pode forçar a caminhada daqueles que preferem ficar inertes e estacionados em seu próprio nível.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A pequena Alma e o Sol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rosinda Flores]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 14:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[perdao]]></category>
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					<description><![CDATA[A Pequena Alma e o Sol Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse… a Deus: – Eu sei quem sou! E Deus disse: – Que bom! Quem és tu? E a Pequena Alma gritou: – Eu &#8230; ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Pequena Alma e o Sol</p>
<p>Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse… a Deus:</p>
<p>– Eu sei quem sou!</p>
<p>E Deus disse:</p>
<p>– Que bom! Quem és tu?</p>
<p>E a Pequena Alma gritou:</p>
<p>– Eu sou Luz!</p>
<p>E Deus sorriu. – É isso mesmo! – exclamou Deus. – Tu és Luz!</p>
<p>A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir. – Uauu, isto é mesmo bom! – disse a Pequena Alma. Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus ( o que não é má idéia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É ) e disse:</p>
<p>– Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?</p>
<p>E Deus disse:</p>
<p>– Quer dizer que queres ser Quem já És?</p>
<p>– Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! – respondeu a pequena Alma.</p>
<p>– Mas tu já és Luz – repetiu Deus, sorrindo outra vez.</p>
<p>– Sim, mas quero senti-lo! – gritou a Pequena Alma.</p>
<p>– Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira – disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou. – Há só uma coisa…</p>
<p>– O quê? – perguntou a Pequena Alma.</p>
<p>– Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.</p>
<p>– Hã? – disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.</p>
<p>– Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. ‘Não seria um sol sem uma das suas velas… e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz – eis a questão’.</p>
<p>– Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! – disse a Pequena Alma mais animada. Deus sorriu novamente.</p>
<p>– Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão – disse Deus.</p>
<p>– O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.</p>
<p>– É aquilo que tu não és – replicou Deus.</p>
<p>– Eu vou ter medo do escuro? – choramingou a Pequena Alma.</p>
<p>– Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.</p>
<p>– Ah! – disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.</p>
<p>Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.</p>
<p>– É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é – disse Deus – Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, – continuou Deus – quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. ‘Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!’</p>
<p>– Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? – perguntou a Pequena Alma.</p>
<p>– Claro! – Deus riu-se. – Claro que podes! Mas lembra-te de que ‘especial’ não quer dizer ‘melhor’! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!</p>
<p>– Uau – disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. – Posso ser tão especial quanto quiser!</p>
<p>– Sim, e podes começar agora mesmo – disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Alma</p>
<p>– Que parte de especial é que queres ser? – Que parte de especial? – repetiu a Pequena Alma. – Não estou a perceber.</p>
<p>– Bem, – explicou Deus – ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?</p>
<p>A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento. – Conheço imensas maneiras de ser especial! – exclamou a Pequena Alma – É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.</p>
<p>– Sim! – concordou Deus – E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.</p>
<p>– Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! – proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. – Quero ser a parte de especial chamada ‘perdão’. Não é ser especial alguém que perdoa?</p>
<p>– Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.</p>
<p>– Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim – disse a Pequena Alma.</p>
<p>– Bom, mas há uma coisa que devias saber – disse Deus.</p>
<p>A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.</p>
<p>– O que é? – suspirou a Pequena Alma.</p>
<p>– Não há ninguém a quem perdoar.</p>
<p>– Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.</p>
<p>– Ninguém! – repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta. Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados – de todo o Reino – porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer. Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a Luz de cada uma brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.</p>
<p>– Então, perdoar quem? – perguntou Deus.</p>
<p>– Bem, isto não vai ter piada nenhuma! – resmungou a Pequena Alma – Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.</p>
<p>E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste. Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:</p>
<p>– Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te – disse a Alma Amiga.</p>
<p>– Vais? – a Pequena Alma animou-se. – Mas o que é que tu podes fazer?</p>
<p>– Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!</p>
<p>– Podes?</p>
<p>– Claro! – disse a Alma Amiga alegremente. – Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.</p>
<p>– Mas porquê? Porque é que farias isso? – perguntou a Pequena Alma. – Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?</p>
<p>– É simples – disse a Alma Amiga. – Faço-o porque te amo.</p>
<p>A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.</p>
<p>– Não fiques tão espantada – disse a Alma Amiga – tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançamos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançamos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincamos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau – fomos ambas a vítima e o vilão. Encontra-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exata e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos. – E assim, – a Alma Amiga explicou mais um bocadinho – eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a ‘má’ desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.</p>
<p>– Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? – perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.</p>
<p>– Oh, havemos de pensar nalguma coisa – respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.</p>
<p>Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, disse numa voz mais calma:</p>
<p>– Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes? – Sobre o quê? – perguntou a Pequena Alma.</p>
<p>– Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não muito boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.</p>
<p>– Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! – exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar: – Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!</p>
<p>Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.</p>
<p>– O que é? – perguntou a Pequena Alma. – O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!</p>
<p>– Claro que esta Alma Amiga é um anjo! – interrompeu Deus, – são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.</p>
<p>E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.</p>
<p>– O que é que posso fazer por ti? – perguntou novamente a Pequena Alma.</p>
<p>– No momento em que eu te atacar e atingir, – respondeu a Alma Amiga – no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento…</p>
<p>– Sim? – interrompeu a Pequena Alma</p>
<p>– Sim? A Alma Amiga ficou ainda mais quieta. – Lembra-te de Quem Realmente Sou.</p>
<p>– Oh, não me hei de esquecer! – gritou a Pequena Alma – Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.</p>
<p>– Que bom, – disse a Alma Amiga – porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.</p>
<p>– Não vamos, não! – prometeu outra vez a Pequena Alma. – Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva – a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.</p>
<p>E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão. E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível. E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza – principalmente se trouxesse tristeza – a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito.</p>
<p>– Lembra-te sempre, – Deus aqui tinha sorrido – não te enviei senão anjos!.</p>
<p>do livro “A Pequena Alma e o Sol”</p>
<p>– de Neale Donald Walsch</p>
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